
Tudo bem, pode não ser o máximo da literatura, mas ainda não encontrei nenhuma mulher entre os 25 e 30 anos, solteira, que tenha lido e não gostado...
Não sei dizer se isso é bom ou ruim, muitas vezes é até patético, mas Helen Fielding consegue captar muito bem o espírito das mulheres solteiras, em busca dos seus Mark Darcys, mas que sempre acabam caindo nas garras dos “Daniéis” da vida... E retrata as cenas mais ridículas que todas as mulheres já passaram e principalmente pensaram enquanto procuram um amor, uma carreira ou apenas tentam lidar com sua própria família.
Não tem como não rir, e não pensar “Ai Meu Deus!!! Eu já fiz isso!!” Entre um vinho e outro, muita comida e horas de conversas com amigos, vamos tentando, assim como Bridget, organizar nossa vida, fazer a melhores escolhas (em muito momentos sabemos que são as piores, mas temos que assumir... são as mais divertidas) e simplesmente viver. Com todas as confusões, crises e alegrias que envolvem ser mulher, solteira, com nossas certezas, inseguranças e sem nunca esquecer... nossos hormônios.
Opções não faltam para quem quer entrar no universo de Bridget Jones. Os preguiçosos podem assistir aos filmes “O Diário de Bridget Jones” e “Bridget Jones: No Limite da Razão” (que por sinal a Universal acaba de lançar um Box duplo com os dois dvds), mas o que eu recomendo mesmo são os livros, que levam os mesmo nomes (como de costume, são muito melhores que os filmes!). Não vou mentir, esses livros não vão mudar a vida de ninguém, nem proporcionar grandes reflexões, mas garanto horas de entretenimento, com uma leitura leve e divertida.
Os livros: